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Planejamento de conteúdo - Como evitar gargalos

Como evitar gargalos na produção de conteúdo do seu projeto de Brand Publishing

O gargalo de conteúdo acontece quando a demanda excede a capacidade da organização de produzir em tempo hábil. Veja 5 dicas para evitar esse tipo de problema

1 de abril de 2021

Planejar e, principalmente, executar uma boa estratégia de conteúdo é se esforçar para oferecer ao público o que ele precisa e deseja, na hora certa, no lugar certo. Algo fundamental no Brand Publishing. Porém, muitas vezes, o volume de solicitações de conteúdo, o número de interessados ​​internos e a falta de estratégias e fluxo de trabalho podem acabar criando gargalos. E o Content Marketing Instituto (CMI) publicou recentemente um artigo com 5 dicas de planejamento de conteúdo para você evitar esse problema na sua produção.

Planejamento de conteúdo: o que é um gargalo?

De acordo com o artigo do CMI, o gargalo de conteúdo acontece quando a demanda excede a capacidade da organização de produzir em tempo hábil. E as causas desses gargalos, muitas vezes, não são tão óbvias quanto se pode pensar.

São fatores e circunstâncias como estes, listados pelo CMI:

• As solicitações excedem os recursos disponíveis;
• O planejamento de conteúdo e a estratégia de conteúdo não são usados (ou não são suficientemente detalhados);
• Silos de conteúdo tornam a colaboração difícil ou até mesmo impossível;
• Várias ferramentas são usadas para gerenciar o processo;
• Ativos de conteúdo não são fáceis de encontrar;
• As partes interessadas conhecem apenas sua parte do processo.

Mas além de apontar o problema, o artigo também fala sobre como solucioná-los.

+ Leia também:
A importância da criação de um conselho editorial em um projeto de Brand Publishing

1. Analise sua estratégia de conteúdo

O início de tudo é ter um bom planejamento de conteúdo. É preciso que você se certifique de que a sua estratégia vai atuar como um modelo para tudo o que envolve a criação de conteúdo para a marca.

Para isso, segundo o CMI, é preciso definir aspectos como:

  • Metas e objetivos de marketing da marca;
  • Tópicos e temas;
  • Formatos de conteúdo;
  • Canais de distribuição;
  • Recursos (quem está envolvido);
  • Prazo.

Ao ampliar esses detalhes, ressalta o artigo, você restringe os critérios para qual conteúdo deve ser produzido. E, dessa forma, tem condições de identificar mais facilmente quais solicitações de conteúdo, ideias e conceitos estão fora desses limites.

2. Invista em melhores níveis de colaboração

Um bom projeto de Brand Publishing não se resume apenas à produção de conteúdo. A disciplina demanda diversos outros fatores, como a criação de uma plataforma digital proprietária para a marca, distribuição adequada, entre outras especificações mais técnicas. Ou seja, é algo que demanda o envolvimento de várias pessoas, com diferentes competências, dentro da organização.

Muitas vezes, porém, as partes não entendem necessariamente o seu papel ou como o seu papel afeta os papéis e responsabilidades dos outros, como destaca o artigo do CMI. Por isso, as funções devem estar bem definidas. Desde as partes mais técnicas até a produção do conteúdo em si, que envolve passos como o primeiro rascunho, a edição, aprovações e a publicação.

3. Simplifique e centralize a tecnologia

Não é incomum que os departamentos de marketing e conteúdo utilizem diversos tipos de softwares, documentos online – na nuvem – e métodos de comunicação para gerenciar suas operações. Mas a tecnologia em excesso, muitas vezes, pode abrir oportunidade para mais gargalos.

O ideal, como destaca o artigo do CMI, é usar uma plataforma centralizada, o que pode trazer muitos benefícios para sua equipe e para a organização em geral.

Uma plataforma única facilita na visibilidade e no acesso aos ativos de conteúdo. E esses dois benefícios, por si só, já ajudam a economizar muito tempo para sua equipe.

Ter uma única ferramenta, compartilhada por todos os responsáveis pelo conteúdo, tanto lado do cliente quanto do prestador de serviço, também fornece um melhor alinhamento entre equipes e departamentos. Pois todos trabalham no mesmo sistema, todos sabem o status do desenvolvimento do conteúdo, bem como suas responsabilidades e prazos.

4. Desenvolva e implemente fluxos de trabalho realistas

De acordo com uma pesquisa feita pelo próprio CMI, “falta de processos” é o maior motivo da ausência de estratégias de gerenciamento de conteúdo.

Por isso, diz o artigo, documentar o fluxo de trabalho de conteúdo ajuda ainda mais depois de você concluir as três primeiras correções de gargalos já citadas por aqui.

Procure detalhar o processo para cada tipo de ativo de conteúdo. Depois, adicione nomes e datas quando um novo projeto surgir. Isso reduz a possibilidade de gargalos. Em parte porque desmistifica o processo e cria novos níveis de transparência.

5. Considere o desempenho do conteúdo já publicado

Tão importante quanto fazer todo um planejamento para novos conteúdos é revisitar o que você já tem publicado. E isso é algo que muitos deixam de fazer.

Você pode entender qual conteúdo funciona e o que não funciona aproveitando e inspecionando os dados por meio do Google Analytics ou de plataformas de SEO, por exemplo, como o SEMrush.

Fazer este tipo de análise é um investimento e um bom uso do seu tempo. E você classificar seus ativos de conteúdo da seguinte forma:

  • Aqueles que mantém seu tráfego, engajamento social e leads;
  • Os que superam as suas expectativas, entregando picos dessas três métricas;
  • Conteúdos de pouco impacto, com baixa visualização e/ou alta rejeição.

Ao agir com base nesses resultados, vocês pode reduzir gargalos futuros, pois sabe o que funciona melhor para o seu público.

A Barões Digital Publishing – uma das pioneiras desta prática no mercado brasileiro – sempre enxergou que as marcas relevantes virariam publishers e isso tem acontecido. A Barões foi fundada em 2017 justamente para ajudar as marcas neste desafio. E tem sido muito bem sucedida até aqui, junto a marcas relevantes de diferentes segmentos.